Papel

Guia de Obras de Estudantes

Boy's Head

Nome Turma Data

Augusto Edwin John, Boy's Head (1898), Jerwood Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Augusto Edwin John wikioo.org/pt/artists/augusto-edwin-john_pt/
Datas do artista
1878 – 1961
Pintura a óleo
1898
Dimensões originais
13 x 18 cm
Realizado em
Jerwood Gallery wikioo.org/pt/museums/jerwood-gallery-hastings/

No contexto

Boy's Head — Augusto Edwin John

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 13 × 18 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940
  9. 1950
  10. 1960

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 83 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 20. O artista viveu até aos 83. 0 das 167 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Augusto Edwin John (1878–1961) ▲ esta obra, 1898 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1912 Principais anos de atividade: 1912–1933 Obras tardias: a partir de 1933

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/augustus-edwin-john-boy-s-head-AQRKVL-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #e0b396

    Paleta catalogada

    • #E0B396
    • #E2D8CC
    • #E6E0D5
    • #E2CAB6

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Monochrome A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Augusto Edwin John nos últimos doze meses — 6 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 89,9%
    2. 2 Estados Unidos da América 4,3%
    3. 3 Reino Unido 1,4%
    4. 4 Itália 1,4%
    5. 5 Polónia 1,4%
    6. 6 Singapura 1,4%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Augusto Edwin John

    1. 1 Scottish Canadian Soldier, 1940 6,4%
    2. 2 Lord Conway of Allington, 1930 5,1%
    3. 3 Sir Edmund Craster (1879–1959), 1944 5,1%
    4. 4 Portrait of a Young Man, 1929 3,8%
    5. 5 Mulher Nu em Cenário de Caverna, 1930 3,8%
    6. 6 Study in Provence, 1926 2,6%
    7. 7 Dr Louis C. G. Clarke (1881–1960), Fellow (1929–1960), 1922 2,6%
    8. 8 The Blue Pool, 1910 2,6%
    9. 9 Olives in Spain, 1922 2,6%
    10. 10 Edwin John, 1940 2,6%
    11. 11 May Earp, 1920 2,6%
    12. 12 Oliver Elton (1861–1945), 1902 2,6%
    13. 13 Portrait of a Boatman 2,6%
    14. 14 Harbour 2,6%
    15. 15 Sir Archibald Sinclair (1876–1956) 2,6%
    16. 16 Archibald Henry Macdonald Sinclair (1890–1970), 1st Baronet of Ulbster and 1st Viscount Thurso, Liberal Statesman, Secretary of State for Scotland and Secretary of State for Air, 1924 1,3%
    17. 17 Dorothy Rose Burns, née Duveen, 1940 1,3%
    18. 18 Dorothea Head, née Ashley Cooper, 1930 1,3%
    19. 19 Welsh Landscape, 1914 1,3%
    20. — Boy's Head, 1898 esta obra 0,0%

    Juntas, estas obras representam 55,4% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 220 obras deste artista, das quais 54 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Augusto Edwin John

    Nascido em Tenby, Reino Unido

    A Welsh Bohemian: The Life and Art of Augustus Edwin John

    Augustus Edwin John, uma figura singular na história da arte britânica, transcendeu a mera definição de pintor. Sua vida e obra foram intrinsecamente ligadas à intensidade emocional, à busca por autenticidade e a um estilo vibrante que desafiou as convenções do seu tempo. Nascido em Tenby, no coração de Gales, em 4 de janeiro de 1878, John foi moldado desde cedo pela paisagem selvagem e pela cultura rica da região, elementos que se refletiriam profundamente em sua arte. Sua jornada artística não foi linear; marcada por momentos de aclamação e desafios, seu legado permanece como um testemunho da força da individualidade e da capacidade da arte de capturar a essência do ser humano.

    Influências e o Desenvolvimento de um Estilo Único

    A alma de Augustus Edwin John era alimentada por uma miríade de influências, que se entrelaçaram para criar um estilo inconfundível. A influência primordial reside nos mestres clássicos, especialmente Peter Paul Rubens, cujas composições dinâmicas e paletas de cores exuberantes o inspiraram a buscar a vitalidade e a expressividade em suas telas. Paralelamente, absorveu as inovações dos contemporâneos franceses como Matisse e Gauguin, abraçando sua liberdade cromática e a rejeição das rígidas amarras da academia. A sutileza tonal de Puvis de Chavannes também deixou uma marca indelével em sua visão estética, influenciando-o a explorar a atmosfera e as emoções através do uso magistral da luz e sombra. Essa convergência de influências resultou em um estilo caracterizado por cores vibrantes, pinceladas fluidas e um foco implacável na revelação da vida interior de seus personagens. John não se contentava em reproduzir a aparência; buscava desvendar as emoções fugazes que definiam cada indivíduo, capturando a essência do ser através de sua arte.

    Portraits e o Fascínio pelos Romani: Uma Vida Plena

    A fama de Augustus Edwin John reside primordialmente em seus retratos, obras que transcendem a mera representação para se tornarem janelas para a alma de seus modelos. Suas telas revelam personalidades marcantes da aristocracia e do mundo literário, como David Lloyd George, James Joyce e George Bernard Shaw, cada um capturado com uma profundidade psicológica que desafia as expectativas. O retrato de Archibald Henry Macdonald Sinclair (1924) e Francis Henry Crittall (1919) exemplificam sua maestria nesse gênero, demonstrando sua capacidade de transmitir a complexidade e a individualidade de seus sujeitos. No entanto, o interesse artístico de John se estendia muito além dos limites convencionais do retrato. Um fascínio profundo pela cultura Romani o impulsionou a adotar um estilo de vida nômade, viajando em uma caravana com sua família por um período prolongado. Essa imersão total na cultura Romani impregnou sua arte com temas de liberdade, desejo de aventura e a beleza da natureza selvagem. Sua conexão íntima com essa comunidade culminou em sua presidência da Gypsy Lore Society, consolidando seu compromisso com a compreensão e a celebração de suas tradições únicas. Air Mechanic Shaw (1935), um retrato de T.E. Lawrence, é outro exemplo notável de sua habilidade em capturar a complexidade dos personagens com sensibilidade excepcional.

    Um Legado Complexo: Reconhecimento e Reavaliação

    Ao longo de sua carreira, John experimentou tanto o reconhecimento generalizado quanto períodos de crítica variável. Inicialmente celebrado por suas técnicas inovadoras de pintura a óleo e desenhos figurativos, alguns críticos posteriormente consideraram seu trabalho excessivamente flamboyant ou carente de refinamento pictórico. Seu serviço como artista de guerra durante a Primeira Guerra Mundial, atuando como oficial no exército canadense, resultou em retratos memoráveis de soldados, mas um incidente infeliz levou à sua convocação para retornar à Inglaterra. Apesar desses desafios, Augustus Edwin John permaneceu uma figura importante na história da arte britânica. Foi um dos poucos artistas de sua época a alcançar reconhecimento público amplo e desempenhou um papel crucial na popularização do pós-impressionismo no Reino Unido. Recebeu a Ordem do Mérito em 1942, e documentou sua vida e filosofia artística em dois volumes de autobiografia: Chiaroscuro (1952) e Finishing Touches (publicado postumamente em 1964). Embora sua reputação tenha diminuído um pouco após a Segunda Guerra Mundial, seu trabalho tem sido redescoberto nos últimos anos, especialmente pela vivacidade e originalidade de suas obras iniciais. Seu legado é enriquecido ainda mais pelas realizações artísticas de sua irmã, Gwen John, cuja própria visão única contribuiu significativamente para o movimento modernista.

    Nascido: 4 de janeiro de 1878, Tenby, Gales

    Faleceu: 31 de outubro de 1961, Fordingbridge, Inglaterra

    A arte de Augustus Edwin John continua a cativar e inspirar, lembrando-nos do poder da expressão individual e do fascínio duradouro de uma vida vivida com paixão e integridade artística.

    Museu

    Jerwood Gallery

    Em exibição em Hastings, United Kingdom

    A Coastal Sanctuary of British Modernism

    Nestled where the rugged cliffs of East Sussex meet the rhythmic pulse of the English Channel, Hastings Contemporary stands as a breathtaking testament to the enduring power of British creativity. Once known as the Jerwood Gallery, this institution has evolved from a private philanthropic endeavor into a vital, independent beacon for contemporary art. To step inside is to enter a dialogue between the wild, salt-sprayed landscape of the Hastings coast and the sophisticated nuances of modern aesthetic thought. The museum does not merely display art; it breathes with the sea, offering a sanctuary where the horizon line of the ocean meets the infinite possibilities of the canvas.

    The architectural presence of the gallery is nothing short of sculptural. Designed by the visionary minds at HAT Projects, the building’s striking curvilinear form acts as a modern landmark against the historic backdrop of the Hastings Stade. Its sweeping lines mirror the ebb and flow of the tides, creating a seamless transition between the built environment and the natural world. For the interior designer or the lover of fine architecture, the space offers a masterclass in light and volume. Large, panoramic windows invite the shifting coastal light to dance across the gallery floors, ensuring that the atmosphere within is as dynamic and ever-changing as the weather over the North Sea.

    Masterworks and Symbolic Narratives

    The soul of the museum resides in its curated collection, a profound assembly of Modern and Contemporary British Art that speaks to both the visceral and the cerebral. Visitors are often captivated by the evocative landscapes of Julian Trevelyan, whose works like

    “Boat Race”

    capture a hauntingly beautiful connection to the maritime spirit. The collection serves as a bridge between eras, showcasing the raw energy of L.S. Lowry alongside the intricate, psychological depths found in the surrealist explorations of Mick Rooney. In pieces such as

    “The Truant Man”

    diptych, one finds a meticulous attention to detail that invites deep contemplation, revealing how art can transcend literal representation to touch upon the very essence of human experience.

    Beyond the permanent holdings, the museum is celebrated for its dynamic programming and its ability to foster contemporary discourse. The gallery’s history is marked by transformative moments, such as its 2019 rebranding, which solidified its identity as a fiercely independent institution. Recent exhibitions have pushed boundaries, ranging from intimate portraiture to large-scale installations that challenge our perceptions of space and identity. Whether it is the whimsical presence of Sir Quentin Blake’s drawings or the bold, contemporary strokes of international practitioners, the museum remains a vital stage for artists to present works that are both challenging and deeply rewarding.

    An Immersive Artistic Experience

    For the collector and the art enthusiast, Hastings Contemporary offers more than a mere viewing; it offers an immersion into a lifestyle of aesthetic appreciation. The experience extends beyond the exhibition rooms to the

    coquina

    restaurant, where Mediterranean-inspired flavors meet panoramic sea views, allowing for a moment of quiet reflection after engaging with complex artworks. This holistic approach—blending fine art, architectural brilliance, and sensory delight—makes the museum a destination of unparalleled prestige.

    The institution continues to thrive through its commitment to community engagement, offering everything from clay portraiture workshops to summer family days that celebrate the local fishing heritage. It is this unique intersection of high art and coastal tradition that defines Hastings Contemporary. It remains a place where the legacy of British Modernism is not just preserved in frames, but actively reimagined, inspiring wonder in every visitor who wanders through its light-filled halls.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Boy's Head

    wikioo.org/pt/art/download/augustus-edwin-john-boy-s-head-AQRKVL-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    John, Augusto Edwin. Boy's Head. 1898, Jerwood Gallery. https://wikioo.org/pt/art/augustus-edwin-john-boy-s-head-AQRKVL-en/
    APA
    John, Augusto Edwin (1898). Boy's Head [Painting]. Jerwood Gallery. https://wikioo.org/pt/art/augustus-edwin-john-boy-s-head-AQRKVL-en/
    Chicago
    Augusto Edwin John. Boy's Head. 1898. Jerwood Gallery. https://wikioo.org/pt/art/augustus-edwin-john-boy-s-head-AQRKVL-en/
    Harvard
    John, Augusto Edwin (1898) Boy's Head. Jerwood Gallery. Available at: https://wikioo.org/pt/art/augustus-edwin-john-boy-s-head-AQRKVL-en/

    Observe de perto

    Boy's Head — Augusto Edwin John

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Study in Provence (1926), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Augusto Edwin John tinha cerca de 20 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quais são as dimensões de "Boy's Head", de Augusto Edwin John na vida real?

    A obra original "Boy's Head", de Augusto Edwin John mede 13 x 18 cm.

    Quanta luz as cores de "Boy's Head" parecem refletir?

    A luminância registrada para "Boy's Head", de Augusto Edwin John é Luminous.

    Qual paleta de cores é utilizada em "Boy's Head", de Augusto Edwin John?

    "Boy's Head", de Augusto Edwin John utiliza uma paleta de cores Monochrome. A paleta sintetiza o caráter cromático geral da obra.