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Guia de Obras de Estudantes

Zigzag

Nome Turma Data

bashir makhoul, Zigzag (1992), Arts Council Collection. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
bashir makhoul wikioo.org/pt/artists/bashir-makhoul/
Datas do artista
1963 – ?
Pintura
1992
Dimensões originais
230 x 175 cm
Movimento
Geometric Abstraction Abstraction built strictly from squares, circles and straight edges rather than free gesture.
Realizado em
Arts Council Collection wikioo.org/pt/museums/arts-council-collection-london_pt/

No contexto

Zigzag — bashir makhoul

Dimensões

As dimensões originais são 230 × 175 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média. É demasiado grande para ser representada à escala nesta página.

Ano de criação

  1. 1960
  2. 1970
  3. 1980
  4. 1990

Sombreado: a trajetória de bashir makhoul (1963–?) ▲ esta obra, 1992

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Brown #920d05

    Paleta catalogada

    • #920D05
    • #221E16
    • #CDC59D
    • #56261C
    Paleta
    Dark A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Brown
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Clear Color Presence Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Sobre esta obra

    Zigzag — bashir makhoul

    The painting Zigzag by Bashir Makhoul is a remarkable example of contemporary art, showcasing the artist's unique style and technique. Created in 1992, this acrylic on canvas piece measures 230 x 175 cm and is part of the prestigious Arts Council Collection in London, United Kingdom.

    Background and Inspiration

    Bashir Makhoul's work is characterized by its use of geometric shapes and bold colors. In Zigzag, the artist employs a red background covered in black and white patterns, creating a visually striking composition. The inclusion of stars throughout the painting adds depth and complexity to the design. This piece is a testament to Makhoul's ability to balance simplicity and intricacy. Key Features:

    Geometric shapes and patterns

    Bold color palette

    Inclusion of stars for added depth

    Artist and Collection

    Bashir Makhoul is a notable artist in the contemporary art scene, and his work can be found in various collections, including the Arts Council Collection. This collection, managed by the Arts Council England, features over 8,000 works by more than 2,000 artists. To learn more about Makhoul's work and other artists in the collection, visit The Arts Council Collection London, United Kingdom Introduction.

    For those interested in acquiring a handmade oil painting reproduction of Zigzag, Bashir Makhoul:Zigzag is available on AllPaintingsStore.com. This platform offers a wide range of artworks, including pieces by other notable artists such as Sir Terry Frost and Daniel Sinsel. Explore the world of contemporary art and discover the beauty of handmade oil painting reproductions.

    Artista e museu

    Artista

    bashir makhoul

    The Geometry of Memory: The Art of Bashir Makhoul

    Born in 1963 amidst the evocative landscapes of Galilee, Palestine, Bashir Makhoul has emerged as a profound voice in contemporary global art, weaving together the threads of personal heritage and political complexity. His journey is one of movement and intellectual expansion, stretching from his roots in the Levant to the academic rigor of the United Kingdom, where he earned a PhD from Manchester Metropolitan University in 1995. This fusion of Palestinian identity and Western conceptual training has allowed him to develop a visual language that is simultaneously seductive and unsettling, inviting viewers into a space where beauty and trauma coexist.

    Makhoul’s practice is deeply rooted in the aesthetic traditions of his heritage, particularly the intricate logic of Islamic geometric patterns. However, he does not use these forms as mere ornamentation; instead, they serve as a sophisticated scaffolding for exploring much heavier themes of identity, conflict, and historical memory. In his hands, a repetitive pattern becomes a metaphor for cultural continuity and the resilience of a people, while the subtle disruptions within those patterns can mirror the fractures caused by war and displacement. His work often functions through a process of aesthetic seduction, where a viewer is first drawn in by the formal elegance of a composition—such as the vibrant, star-studded Zigzag (1992)—only to later confront the underlying layers of nationalism, economics, and the scars of torture.

    Technique and Symbolic Resonance

    The physical execution of Makhoul’s work reflects a meticulous dedication to formal precision. Working primarily with oil and acrylic on canvas, he employs a technique that prioritizes clarity and structural integrity. His compositions often utilize bold color palettes—deep reds, striking blacks, and stark whites—to create a sense of dynamic tension. In pieces like Red Triangle (1994), the artist utilizes geometric abstraction to command attention, using shape and color to evoke an emotional response that transcends simple decoration.

    Beyond the canvas, Makhoul’s exploration of grief and loss finds its most poignant expression in multimedia installations. His seminal video work, The Darkened Room (1998), serves as a haunting testament to the power of familial bonds, utilizing the recorded voice of his late grandmother to bridge the gap between presence and absence. This ability to pivot from the rigid, mathematical certainty of geometric abstraction to the raw, ephemeral nature of sound and memory defines the unique duality of his oeuvre.

    Global Recognition and Legacy

    Makhoul’s significance in the contemporary art canon is cemented by his presence in some of the world's most prestigious institutions. His work has been exhibited at a remarkable array of venues, including:

    The Venice Biennale (2013), a milestone that solidified his reputation on the international stage.

    The Saatchi Gallery and Hayward Gallery in London, showcasing his work to the heart of the British art scene.

    Tate Liverpool and the Arts Council Collection, where his pieces are preserved as vital examples of modern abstraction.

    International galleries spanning from Berlin (Haus am Lutzowplatz) to Sydney (UTS Gallery) and Lahore (NCA).

    Through his ability to translate the complexities of the Palestinian experience into a universal language of form and color, Bashir Makhoul has created a body of work that is both deeply personal and globally resonant. He remains a vital figure in contemporary discourse, reminding us that even within the most structured geometries, there exists a profound capacity for human emotion and historical truth.

    Museu

    Arts Council Collection

    Em exibição em Londres, Reino Unido

    Um Legado Vivo: O Pulso da Criatividade Britânica

    Encontrar a

    Arts Council Collection

    é adentrar uma narrativa vibrante e pulsante da evolução artística britânica. Ao contrário das instituições tradicionais que confinam obras-primas nos corredores silenciosos e estáticos de um museu fortificado, esta coleção opera como um "museu sem paredes". Fundada em 1946, sob as sombras transformadoras da austeridade do pós-guerra, ela foi concebida não apenas como um repositório para contemplação estética, mas como um conduto ativo de vitalidade cultural. Sua própria essência reside no movimento; trata-se de uma circulação curada de inspiração que sopra vida em universidades, hospitamentos e edifícios públicos por todo o Reino Unido. Esta abordagem democrática garante que a arte excepcional nunca seja isolada do olhar público, tornando-se, em vez disso, parte integrante da paisagem comunitária, fomentando um apreço profundo pelo espírito criativo que define a nação.

    A jornada histórica da coleção é marcada por um crescimento profundo e intencional. O que começou como uma modesta herança de pinturas deixadas por conselhos anteriores floresceu em um acervo monumental de quase 8.000 obras de mais de 2.000 artistas. Este vasto arquivo serve como uma crônica dos séculos XX e XXI, capturando as mudanças nos valores sociais e as transformações radicais na linguagem visual. Para o colecionador ou entusiasta da arte, a coleção oferece uma janela inigualável para a alma do modernismo britânico, traçando a linhagem desde as profundezas viscerais e psicológicas de

    Francis Bacon

    até as paisagens luminosas e banhadas pelo sol de

    David Hockney

    . É um lugar onde o peso monumental das esculturas de

    Henry Moore

    encontra a intimidade texturizada e implacável dos retratos de

    Lucian Freud , criando um diálogo entre forma e emoção que transcende o tempo.

    Inovação e a Vanguarda Contemporânea

    O que verdadeiramente distingue a Arts Council Collection é o seu abraço destemido ao contemporâneo e ao emergente. Ela não olha apenas para trás com nostalgia; ela molda ativamente o futuro da arte por meio de iniciativas visionárias como o

    Frieze Acquisition Fund

    . Ao capacitar curadores para adquirirem obras inovadoras da prestigiada feira de arte Frieze London, a coleção garante que as vozes da próxima geração sejam tecidas na trama permanente do patrimônio britânico. Este compromisso com a inovação significa que os visitantes — e aqueles inspirados por suas obras para curadoria de interiores — estão sempre encontrando o que há de mais avançado em escultura, fotografia, vídeo e instalação. A coleção prospera na tensão e na descoberta, muitas vezes apresentando peças desafiadoras ou controversas que provocam reflexão e incendeiam debates.

    Além de seu acervo físico, o impacto da instituição é amplificado por meio de um sofisticado programa de exposições itinerantes e parcerias globais. Através de colaborações com entidades como a

    Coventry Biennial

    , a coleção explora temas de identidade urbana e alcance comunitário, levando a excelência curatorial a galerias regionais muito além dos centros principais de Londres. Esse espírito de acessibilidade estende-se ainda ao reino digital por meio da parceria com o

    Google Arts & Culture

    , permitindo que um público global percorra seus tesouros de qualquer canto do mundo. Para o designer de interiores que busca evocar uma sensação de modernismo sofisticado ou para o estudioso que rastreia os fios da linhagem artística, a Arts Council Collection permanece como uma fonte inesgotável de beleza profunda e rigor intelectual.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Zigzag

    wikioo.org/pt/art/download/bashir-makhoul-zigzag-AR2BKU-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    makhoul, bashir. Zigzag. 1992, Arts Council Collection. https://wikioo.org/pt/art/bashir-makhoul-zigzag-AR2BKU-en/
    APA
    makhoul, bashir (1992). Zigzag [Painting]. Arts Council Collection. https://wikioo.org/pt/art/bashir-makhoul-zigzag-AR2BKU-en/
    Chicago
    bashir makhoul. Zigzag. 1992. Arts Council Collection. https://wikioo.org/pt/art/bashir-makhoul-zigzag-AR2BKU-en/
    Harvard
    makhoul, bashir (1992) Zigzag. Arts Council Collection. Available at: https://wikioo.org/pt/art/bashir-makhoul-zigzag-AR2BKU-en/

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    Zigzag — bashir makhoul

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    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: geometric pattern, islamic art, star motif. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Intifada (diptych, right panel), visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    5. Geometric Abstraction: Abstraction built strictly from squares, circles and straight edges rather than free gesture. Onde você pode observar isso nesta obra?

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