Papel

Guia de Obras de Estudantes

Human

Nome Turma Data

Chris Gollon, Human (2009), Durham University. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Chris Gollon wikioo.org/pt/artists/chris-gollon/
Datas do artista
1953 – 2017
Pintura a óleo
2009
Dimensões originais
122 x 91 cm
Realizado em
Durham University wikioo.org/pt/museums/durham-university-durham_pt/

No contexto

Human — Chris Gollon

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 122 × 91 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1950
  2. 1960
  3. 1970
  4. 1980
  5. 1990
  6. 2000
  7. 2010

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 64 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 56. O artista viveu até aos 64. 7 das 9 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Chris Gollon (1953–2017) ▲ esta obra, 2009 cada pintura datada, década por década

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/chris-gollon-human-AR2DYA-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Clay #b77642

    Paleta catalogada

    • #B77642
    • #CBB59D
    • #684C43
    • #372826

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Dark A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Clay
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Clear Color Presence Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Chris Gollon nos últimos doze meses — 1 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 100,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 3 obras mais visualizadas de Chris Gollon

    1. 1 Human, 2009 esta obra 33,3%
    2. 2 The Gregorian Singer, 2007 33,3%
    3. 3 ‘Big fish eat little fish’ (centre section), 2001 33,3%

    Juntas, estas obras representam 99,9% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 9 obras deste artista, das quais 3 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 1 posição entre elas, com 33,3% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Chris Gollon

    A Life Interwoven with Music, Faith, and the Old Masters

    Chris Gollon (1953–2017) was a British artist whose work resonated with a unique blend of technical mastery, spiritual inquiry, and an unconventional approach to artistic boundaries. Born in London, his journey wasn’t one of strict adherence to tradition but rather a dynamic exploration where the techniques of Old Masters seamlessly intertwined with the immediacy of printmaking and the evocative power of music. Gollon didn't simply paint; he constructed visual narratives that invited contemplation on themes of faith, knowledge, and the human condition. His life, though ending in 2017, left behind a legacy of paintings that continue to captivate and challenge viewers with their depth and complexity.

    Early Influences and Artistic Development

    Gollon’s early artistic development was marked by a fascination with both historical painting techniques and the possibilities of contemporary media. He wasn't content to replicate the past; instead, he sought to integrate its lessons into his own visual language. This led him to master acrylic painting while simultaneously embracing printmaking methods – an unusual combination that allowed for a remarkable degree of detail and layering in his work. The 1980s saw Gollon honing his skills and beginning to exhibit, culminating in his selection as a finalist in the prestigious Spectator Prize in 1989. This early recognition signaled the emergence of a distinctive voice within the British art scene. However, it was the late 1990s that truly ignited his most compelling artistic trajectory—a nineteen-year period dedicated to exploring the intersection of music and visual art. He wasn’t merely inspired by music; he actively collaborated with musicians and songwriters, allowing their creative energy to inform and shape his paintings.

    The Crossover: Art and Music in Dialogue

    This exploration reached a pivotal moment in 1998 with his participation in ‘ROOT’, an exhibition curated by Thurston Moore of Sonic Youth at the Chisenhale Gallery in London. Moore challenged Gollon, along with other artists like David Bowie and Yoko Ono, to respond to a 52-second tape through either music or art. Gollon’s response, a painting entitled ‘House of Sleep’, became emblematic of his artistic boundary crossing—a testament to how one art form could illuminate another. As Thurston Moore himself noted in the retrospective catalogue for Huddersfield Art Gallery in 2019, Gollon's work moved “beyond painting as singular expression,” creating an environment where "music and its essence of spiritual sentience comes into accord.” This period wasn’t simply about aesthetic fusion; it was a profound investigation into how different creative disciplines could enrich each other, opening new avenues for thought and feeling.

    Major Commissions and Spiritual Themes

    Gollon's willingness to engage with challenging subject matter led to significant commissions that further defined his artistic identity. In 2000, he received an unusual request from the Church of England: to create fourteen Stations of the Cross paintings for St John on Bethnal Green, a Grade I listed church designed by Sir John Soane. The commission was controversial given Gollon’s lack of formal religious practice, but it also presented a unique opportunity. He collaborated with Fr Alan Green, the Rector of the church, to navigate theological complexities and produce a series of paintings that were both deeply personal and profoundly moving. These works weren't traditional depictions of biblical scenes; they were reinterpretations infused with Gollon’s distinctive style and his exploration of human suffering and redemption. Later projects included an exhibition at the River & Rowing Museum in Henley-on-Thames, inspired by his connection to the river Thames, and a series of paintings focusing on Albert Einstein, prompted by the centenary of the General Theory of Relativity.

    Legacy and Historical Significance

    Chris Gollon’s work occupies a unique space within contemporary British art. He wasn't easily categorized—his paintings defied simple labels, blending figurative realism with symbolic depth and technical innovation. His willingness to collaborate across disciplines, his engagement with spiritual themes, and his masterful use of acrylic and printmaking techniques set him apart. The inclusion of his works in museum collections, including the British Museum, is a testament to their enduring quality and historical significance. Gollon’s legacy lies not only in the beauty and complexity of his paintings but also in his demonstration that art can be a powerful vehicle for dialogue—a bridge between tradition and innovation, faith and reason, music and visual expression. He left behind a body of work that continues to inspire contemplation and challenge conventional notions of artistic boundaries.

    Museu

    Durham University

    Em exibição em Durham, Estados Unidos da América

    Um Santuário de Luz e Sombra: Explorando o Coração Artístico Oculto da Universidade de Durham

    Aninhado entre as veneráveis muralhas da Universidade de Durham, um lugar frequentemente celebrado pelo seu rigor académico e importância histórica, encontra-se um tesouro que vai muito além dos manuais escolares e das salas de aula – uma coleção silenciosa de artefactos artísticos, detalhes arquitetónicos e registos eruditos que sussuramentos contam histórias de séculos passados. Embora não seja formalmente designada como um museu de arte no sentido tradicional, a história institucional única de Durham e o seu compromisso com o conhecimento cultivaram organicamente um espaço repleto de riqueza visual e intelectual. Esta não é uma galeria que exibe obras-primas polidas; trata-se, antes, de uma exploração cuidadosamente curada da evolução da universidade, da sua ligação ao património artístico da região e do poder duradouro da criatividade humana expressa através de diversos meios – desde mapas meticulosamente desenhados e desenhos arquitetónicos até manuscritos iluminados e as primeiras impressões fotográficas.

    O núcleo desta coleção reside no sistema da Biblioteca Universitária, uma rede labiríntica de salas de leitura e arquivos. Aqui, é possível deparar-se com fragmentos de tapeçarias medievais, painéis de madeira intrincadamente esculpidos, resgatados de edifícios universitários, e um conjunto notável de efêmeras – cartas, diários e obras de arte de estudantes – que oferecem vislumbres íntimos das vidas daqueles que moldaram o panorama intelectual de Durham. A coleção da biblioteca não é meramente um repositório de livros; é um testemunho vivo do papel da universidade como um centro de aprendizagem e inovação, evoluindo constantemente ao lado dos seus alunos e docentes. A própria arquitetura contribui para esta atmosfera – arcos góticos imponentes, vitrais que filtram a luz solar em poças de cor e a grandeza silenciosa de salas de leitura centenárias criam um ambiente propício à contemplação e à descoberta.

    Ecos do Passado Colegial: Narrativas Arquitetónicas

    A história da Universidade de Durham está inextricavelmente ligada ao seu património arquitetónico. Fundada em terras doadas por Bartlett S. Durham, uma figura proeminante na crescente indústria têxtil da região, o desenvolvimento inicial da universidade foi profundamente moldado pela disponibilidade de recursos e pelas necessidades em constante evolução dos seus estudantes e professores. O University College, a mais antiga faculdade integrante, ergue-se como um exemplo particularmente fascinante – uma estrutura magnífica construída sobre os alicerces do Castelo de Durham, uma fortaleza normanda que testemunhou séculos de intrigas políticas e visitas reais. A presença imponente do castelo informa subtilmente o design do University College, imbuindo-o de um sentido de gravidade e peso histórico. No entanto, para além das fachadas grandiosas, escondem-se inúmeros detalhes – cantaria intrincadamente esculpida, rendilhados delicados nas janhas e painéis de madeira meticulosamente trabalhados – que revelam a perícia e o virtuosismo de gerações de artesãos.

    A coleção da universidade inclui desenhos arquitetónicos detalhados que remontam aos séculos XVIII e XIX, oferecendo visões inestimáveis sobre a evolução dos seus edifícios. Estes desenhos, muitas vezes executados com uma precisão notável, exibem não apenas os elementos estruturais, mas também os detalhes decorativos que contribuem para o apelo estético global. Além disso, uma seleção de fotografias – alguns exemplos extraordinariamente precoces da tecnologia fotográfica – documenta a transformação física da universidade ao longo do tempo, proporcionando um registo visual do seu crescimento e desenvolvimento. A coleção detém até mesmo fragmentos de materiais de construção originais, oferecendo ligações tangíveis aos artesãos que moldaram o carácter distintivo da Universidade de Durham.

    Além dos Livros: Expressões Artísticas Inesperadas

    Embora o foco principal da biblioteca permaneça a erudição, o compromisso da universidade em fomentar uma comunidade intelectual vibrante também nutriu uma gama diversificada de atividades artísticas. A coleção inclui obras de estudantes – esboços, pinturas e esculturas criadas por gera de alunos de Durham – refletindo os seus estilos e perspetivas individuais. Impressões fotográficas antigas que documentam a vida no campus oferecem vislumbres dos costumes sociais e das tradições do passado da universidade. Além disso, os arquivos da universidade contêm uma riqueza de efêmeras – mapas, ilustrações botânicas e partituras musicais – que revelam os interesses artísticos e as influências culturais que moldam o cenário intelectual de Durham.

    Notavelmente, a coleção inclui um número significativo de manuscritos iluminados – exemplos requintados da produção de livros medievais, apresentando caligrafia intrincada, cores vibrantes e bordas decorativas elaboradas. Estes manuscritos representam não apenas feitos notáveis de artesanato, mas também expressões poderosas de crença religiosa e criatividade artística. O compromisso da universidade em preservar estes artefactos frágeis sublinha o seu reconhecimento do seu significado histórico e cultural.

    Um Legado Vivo: Exposições Atuais e Direções Futuras

    A coleção da Universidade de Durham está em constante evolução, com novas aquisições e exposições a acrescentarem regularmente riqueza e diversidade ao seu acervo. Exposições recentes exploraram temas que variam desde o património arquitetónico da universidade até às tradições artísticas da região. Atualmente, uma exposição focada destaca a evolução dos mapas de Durham – exibindo a sua importância histórica como ferramentas de exploração, navegação e controlo territorial. Os planos futuros incluem uma série de exposições interativas concebidas para envolver visitantes de todas as idades e origens.

    Olhando para o futuro, a Universidade de Durham está empenhada em expandir a sua coleção e torná-la mais acessível ao público. Os esforços contínuos concentram-se na digitalização de artefactos fundamentais, na criação de exposições virtuais e no desenvolvimento de programas educativos que celebrem o património artístico da universidade. O coração artístico oculto da Universidade de Durham permanece como um testemunho do poder duradouro do conhecimento, da criatividade e do potencial transformador da educação – um santuário de luz e sombra à espera de ser descoberto.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Human

    wikioo.org/pt/art/download/chris-gollon-human-AR2DYA-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Gollon, Chris. Human. 2009, Durham University. https://wikioo.org/pt/art/chris-gollon-human-AR2DYA-en/
    APA
    Gollon, Chris (2009). Human [Painting]. Durham University. https://wikioo.org/pt/art/chris-gollon-human-AR2DYA-en/
    Chicago
    Chris Gollon. Human. 2009. Durham University. https://wikioo.org/pt/art/chris-gollon-human-AR2DYA-en/
    Harvard
    Gollon, Chris (2009) Human. Durham University. Available at: https://wikioo.org/pt/art/chris-gollon-human-AR2DYA-en/

    Observe de perto

    Human — Chris Gollon

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre In the Beginning (2008), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Chris Gollon tinha cerca de 56 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Em que ano foi criado "Human"?

    "Human", de Chris Gollon foi criado em 2009.

    Qual é a intensidade do contraste em "Human", de Chris Gollon?

    O contraste entre claro e escuro de "Human" é registrado como Bold. O contraste descreve a intensidade da diferença entre as áreas claras e escuras.

    Onde posso baixar "Human", de Chris Gollon?

    A imagem de "Human", de Chris Gollon pode ser baixada na página de download da obra: Download download de imagem digital em alta resolução.