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Guia de Obras de Estudantes

New ray

Nome Turma Data

Edvard Munch, New ray (1909). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edvard Munch wikioo.org/pt/artists/edvard-munch_pt/
Datas do artista
1863 – 1944
Pintura a óleo
1909
Artistic style
Symbolist
Influences
Symbolism
Notable elements or techniques
Gestural linework; Swirling lines; Lithography
Subject or theme
Intimacy; Inner turmoil; Connection

No contexto

New ray — Edvard Munch

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 81 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 46. O artista viveu até aos 81. 317 das 410 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Munch (1863–1944) ▲ esta obra, 1909 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1893 Principais anos de atividade: 1893–1908 Obras tardias: a partir de 1908

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/edvard-munch-new-ray-6WHKDH-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #adaaaf

    Paleta catalogada

    • #ADAAAF
    • #373334
    • #757175
    • #DDDAE0

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edvard Munch nos últimos doze meses — 87 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 24,4%
    2. 2 Espanha 14,4%
    3. 3 França 8,7%
    4. 4 Estados Unidos da América 5,9%
    5. 5 Singapura 4,2%
    6. 6 Hong Kong 4,1%
    7. 7 Itália 3,6%
    8. 8 Brasil 3,2%
    9. 9 Japão 2,4%
    10. 10 Alemanha 1,8%
    11. · 77 outros países 27,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Edvard Munch

    1. 1 O Grito, 1893 27,7%
    2. 2 Edvard Munch, 1894 8,1%
    3. 3 Melancolia, 1894 6,7%
    4. 4 Perto da cama da morte (febre), 1915 2,0%
    5. 5 The Child and Death, 1899 1,8%
    6. 6 Kiss, 1897 1,3%
    7. 7 Cinzas, 1894 1,1%
    8. 8 Meninas na Pier, 1904 1,0%
    9. 9 O Dia Depois, 1895 0,9%
    10. 10 Ciúme, 1895 0,9%
    11. 11 Julaften i bordell, 1905 0,9%
    12. 12 A Dança da Vida, 1899 0,8%
    13. 13 As Garotas na Ponte, 1901 0,7%
    14. 14 Madonna, 1894 0,7%
    15. 15 Man! I Feel Like a Woman!, 1905 0,6%
    16. 16 Autorretrato, 1895 0,5%
    17. 17 O Scream, 1893 0,5%
    18. 18 Jealousy, 1907 0,4%
    19. 19 To the Forest, 1897 0,4%
    20. — New ray, 1909 esta obra 0,0%

    Juntas, estas obras representam 57,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 629 obras deste artista, das quais 478 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    New ray — Edvard Munch

    New Ray: An Expressionist Echo of Anxiety

    Edvard Munch’s *New Ray*, completed in 1909, stands as a haunting testament to the anxieties simmering beneath the surface of early twentieth-century Europe. More than just a depiction of two figures against an abstract backdrop, it's a profound exploration of psychological turmoil and a masterful embodiment of Munch’s signature Expressionist style—a style that prioritizes subjective emotion over objective representation.

    The artwork immediately draws the eye with its stark monochrome palette – shades of black, white, and grey – which amplifies the emotional intensity. Two figures dominate the composition: a man and a woman positioned close together, their bodies subtly intertwined as if drawn into an unspoken connection. The man’s hand reaches out towards the woman's face, conveying tenderness yet hinting at vulnerability. Behind them unfolds a swirling expanse of lines and shapes—crystalline forms radiating light—that evoke a sense of ethereal beauty juxtaposed with underlying unease.

    Munch’s meticulous attention to detail is evident in the expressive linework that characterizes both the figures and the background. Thick, gestural strokes contribute to the dynamism of the composition, mirroring the turbulent emotions conveyed by the scene. The lines aren't merely delineating forms; they pulsate with energy, conveying a palpable sense of movement and disorientation. This technique aligns perfectly with Munch’s broader artistic vision—one rooted in capturing inner states rather than simply reflecting external reality.

    Lithography served as Munch’s chosen medium for *New Ray*, resulting in a grainy texture that lends the artwork an undeniable patina of age and adds to its tactile quality. This deliberate choice underscores Munch's fascination with materiality—a desire to translate psychological experience into visual form. The printing process itself contributes to the overall mood, mirroring the fragmented nature of consciousness.

    Beyond its formal qualities, *New Ray* resonates deeply with symbolic meaning. The monochromatic color scheme evokes melancholy and introspection, mirroring Munch’s own preoccupation with mortality and loss—themes that permeate his oeuvre. The swirling background represents inner turmoil, perhaps reflecting anxieties about love, death, or the fragility of human existence. Considering Munch's profound engagement with philosophical currents like Vitalism – a movement advocating for holistic health and embracing the transformative power of nature – this artwork speaks to an enduring concern for confronting existential dread.

    The influence of Munch’s predecessor Kristian Birkeland—a pioneer in geophysical research who championed the idea that the aurora borealis was influenced by solar flares—is palpable. This intellectual curiosity informs Munch's artistic vision, as evidenced by his depiction of crystalline forms radiating light – a motif reflecting Birkeland’s scientific investigations into cosmic phenomena.

    Ultimately, *New Ray* transcends mere visual representation; it is an invitation to contemplate the complexities of human emotion and experience. Its enduring power lies in Munch's ability to distill profound psychological ideas into a single, unforgettable image—a masterpiece that continues to captivate audiences worldwide.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Munch

    Nascido em Ådalsbruk, Suécia

    Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch

    Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.

    A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico

    A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.

    Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico

    A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.

    Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua

    A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.

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    wikioo.org/pt/art/download/edvard-munch-new-ray-6WHKDH-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Munch, Edvard. New ray. 1909, https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-new-ray-6WHKDH-en/
    APA
    Munch, Edvard (1909). New ray [Painting]. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-new-ray-6WHKDH-en/
    Chicago
    Edvard Munch. New ray. 1909. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-new-ray-6WHKDH-en/
    Harvard
    Munch, Edvard (1909) New ray. Available at: https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-new-ray-6WHKDH-en/

    Observe de perto

    New ray — Edvard Munch

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    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 2 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: emotion, atmosphere, interaction. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre O Grito (1893), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    De que forma o tema de "New ray" se relaciona com os temas habituais de Edvard Munch?

    Os temas recorrentes de Edvard Munch incluem munch’s expressionist vision, psychological anxiety themes, symbolic landscape imagery, exploring inner turmoil art, iconic scream influence; "New ray" foca em emotion, atmosphere, interaction, landscape, light, symbolism, monochrome.

    Qual é o formato de "New ray"?

    "New ray", de Edvard Munch possui um formato Tall. O formato descreve as proporções da composição.

    Quem é o autor de "New ray" e a qual movimento pertence?

    Por trás de "New ray" estão Edvard Munch e o movimento Expressionist Style.