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Guia de Obras de Estudantes

Summer Night

Nome Turma Data

Edvard Munch, Summer Night (1895). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edvard Munch wikioo.org/pt/artists/edvard-munch_pt/
Datas do artista
1863 – 1944
Pintura a óleo
1895
Técnica
Oil On Canvas
Período
19th Century
Artistic style
Expressionist
Influences
German Expressionist painters
Notable elements or techniques
Visible brushstrokes
Subject or theme
Loneliness

No contexto

Summer Night — Edvard Munch

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 81 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 32. O artista viveu até aos 81. 131 das 410 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Munch (1863–1944) ▲ esta obra, 1895 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1893 Principais anos de atividade: 1893–1908 Obras tardias: a partir de 1908

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/edvard-munch-summer-night-6WHKAU-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Quinacridone Magenta #605a5f

    Paleta catalogada

    • #605A5F
    • #DED6E1
    • #AFA9B1
    • #8A848B

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Quinacridone Magenta
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edvard Munch nos últimos doze meses — 87 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 24,1%88.300 visits
    2. 2 Espanha 14,3%52.400 visits
    3. 3 França 8,7%32.000 visits
    4. 4 Estados Unidos da América 5,9%21.800 visits
    5. 5 Singapura 4,2%15.300 visits
    6. 6 Hong Kong 4,0%14.800 visits
    7. 7 Itália 3,7%13.500 visits
    8. 8 Brasil 3,1%11.500 visits
    9. 9 Japão 2,4%8.800 visits
    10. 10 Alemanha 2,0%7.500 visits
    11. · 77 outros países 27,6%100.500 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Edvard Munch

    1. 1 O Grito, 1893 27,5%140.400 visits
    2. 2 Edvard Munch, 1894 8,2%42.000 visits
    3. 3 Melancolia, 1894 6,8%34.800 visits
    4. 4 Perto da cama da morte (febre), 1915 2,0%10.200 visits
    5. 5 The Child and Death, 1899 1,8%9.100 visits
    6. 6 Kiss, 1897 1,3%6.600 visits
    7. 7 Cinzas, 1894 1,1%5.800 visits
    8. 8 Meninas na Pier, 1904 1,0%5.300 visits
    9. 9 Ciúme, 1895 0,9%4.700 visits
    10. 10 O Dia Depois, 1895 0,9%4.600 visits
    11. 11 Julaften i bordell, 1905 0,9%4.500 visits
    12. 12 A Dança da Vida, 1899 0,8%4.300 visits
    13. 13 Madonna, 1894 0,7%3.800 visits
    14. 14 As Garotas na Ponte, 1901 0,7%3.600 visits
    15. 15 Man! I Feel Like a Woman!, 1905 0,6%3.200 visits
    16. 16 Autorretrato, 1895 0,5%2.600 visits
    17. 17 Jealousy, 1907 0,5%2.300 visits
    18. 18 O Scream, 1893 0,5%2.300 visits
    19. 19 To the Forest, 1897 0,4%2.100 visits
    20. 465 Summer Night, 1895 esta obra 0,0%100 visits

    Juntas, estas obras representam 57,1% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 629 obras deste artista, das quais 478 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 465 of them, with 0,0% of that attention (100 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Summer Night — Edvard Munch

    Summer Night: An Echo of Angst in Munch’s Expressionist Vision

    Edvard Munch, born amidst the melancholic landscapes of Norway in 1863, stands as one of the most influential figures in modern art—a painter who dared to confront the darkest recesses of human emotion and translate them onto canvas with unparalleled intensity. His formative years were steeped in sorrow; the premature deaths of his mother and sister from tuberculosis instilled within him a profound awareness of mortality that would permeate his artistic output for decades to come. Studying at the Royal School of Art and Design in Kristiania (now Oslo), Munch’s exposure to nihilist Hans Jæger ignited a fervent desire to explore ‘soul painting,’ capturing not merely what he saw but what he felt. This conviction propelled him toward a distinctive style—one characterized by bold brushstrokes, jarring color palettes, and distorted forms—a stylistic hallmark that would solidify his place as a progenitor of Expressionism.

    The Artwork: Summer Night (Inger on the Shore), completed in 1895, is an oil-on-canvas masterpiece measuring 126 x 162 cm. It depicts a solitary woman standing before a window at night, bathed in the ethereal glow of moonlight.

    Style & Technique: Munch’s approach aligns perfectly with the tenets of Expressionism—a movement born from a rejection of prevailing artistic conventions and driven by an urgent need to convey subjective experience. The painting utilizes thick impasto brushstrokes, layering pigment onto the canvas to create palpable texture and emphasizing the artist's emotional engagement with his subject matter.

    Color Palette: Dominated by shades of black, white, and gray, Summer Night eschews vibrant hues in favor of a monochromatic scheme that amplifies the painting’s somber mood. This deliberate restriction underscores Munch’s preoccupation with psychological states—specifically fear and isolation—and contributes to the artwork's haunting atmosphere.

    Composition & Perspective: The composition centers around the woman, positioned prominently before the window, which serves as a visual barrier separating her from the external world. Vertical lines created by the window frame reinforce this sense of confinement, mirroring the emotional claustrophobia that characterizes Munch’s artistic vision.

    Historical Context & The Expressionist Movement

    Summer Night emerged during a period of significant intellectual and social upheaval—the twilight years of the Victorian era and the burgeoning anxieties surrounding modernity. It stands as a testament to the Expressionist movement, which reacted against the rationalism and formalism of early 20th-century art by prioritizing emotional intensity over objective representation. Influenced by German Expressionist painters like Emil Nolde, Max Beckmann, George Grosz, Ernst Ludwig Kirchner, James Ensor, and crucially Munch himself, the movement sought to depict inner turmoil—to capture the psychological landscape of fear, grief, and disillusionment—with unflinching honesty.

    Symbolism & Emotional Resonance

    Beyond its formal elements, Summer Night is laden with symbolic significance. The woman’s posture conveys a palpable sense of sadness and contemplation; she gazes out at the moonlit shore, seemingly wrestling with unspoken anxieties. The window itself represents not merely an architectural feature but also a psychological symbol—a barrier between the individual and the world beyond, encapsulating themes of loneliness and emotional detachment. Munch's masterful manipulation of color and texture serves to heighten these emotions, inviting viewers into a deeply personal exploration of human vulnerability.

    A Legacy of Angst & Artistic Innovation

    Summer Night exemplifies Munch’s unwavering commitment to portraying the complexities of human experience—his willingness to confront uncomfortable truths about mortality and psychological distress. It remains an enduring emblem of Expressionism's legacy, demonstrating how art can transcend mere visual depiction to communicate profound emotional resonance. Its continued presence in the Munch Museum underscores its significance as a cornerstone of modern artistic history and continues to inspire artists and collectors alike.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Munch

    Nascido em Ådalsbruk, Suécia

    Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch

    Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.

    A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico

    A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.

    Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico

    A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.

    Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua

    A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Summer Night

    wikioo.org/pt/art/download/edvard-munch-summer-night-6WHKAU-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Munch, Edvard. Summer Night. 1895, https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-summer-night-6WHKAU-en/
    APA
    Munch, Edvard (1895). Summer Night [Painting]. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-summer-night-6WHKAU-en/
    Chicago
    Edvard Munch. Summer Night. 1895. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-summer-night-6WHKAU-en/
    Harvard
    Munch, Edvard (1895) Summer Night. Available at: https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-summer-night-6WHKAU-en/

    Observe de perto

    Summer Night — Edvard Munch

    Observe de perto

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    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: nightscape, woman, window. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre O Grito (1893), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual técnica e estilo caracterizam "Summer Night", de Edvard Munch?

    Em "Summer Night", a técnica de Oil On Canvas encontra o movimento Expressionist Style.

    Posso usar realidade aumentada para ver "Summer Night", de Edvard Munch no meu ambiente?

    Visualize "Summer Night", de Edvard Munch na sua própria parede através da página de Prévia em RA da obra, utilizando realidade aumentada em um dispositivo compatível.

    Quem é o autor e qual é a data de "Summer Night"?

    A obra "Summer Night" é de autoria de Edvard Munch e data de 1895.