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Ficha de pesquisa

Ficha de pesquisa: Vampire

O registro completo de Vampire

Nome Turma Data

Edvard Munch, Vampire (1893), Gothenburg Museum of Art. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edvard Munch wikioo.org/pt/artists/edvard-munch_pt/
Datas do artista
1863 – 1944
Pintura a óleo
1893
Técnica
Óleo sobre tela
Movimento
Symbolist Expressionism Pictures where objects stand for ideas — a flower or a door meaning something beyond itself.
Período
Século XIX
Realizado em
Gothenburg Museum of Art wikioo.org/pt/museums/gothenburg-museum-of-art-gothenburg/
Artista
Edvard Munch
Localização
Museu Munch, Oslo
Tema
Amor e dor
Título
Vampire

No contexto

Vampire — Edvard Munch

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 81 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 30. O artista viveu até aos 81. 320 das 1895 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Munch (1863–1944) ▲ esta obra, 1893 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1896 Principais anos de atividade: 1896–1919 Obras tardias: a partir de 1919

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/edvard-munch-vampire-6WHK9P-pt/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Verde Ftalocianina #221818

    Paleta catalogada

    • #221818
    • #E19F5D
    • #9C5034
    • #4F2F2C

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Tons terrosos A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Verde Ftalocianina
    Intensidade
    Equilibrado O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Forte unidade cromática A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Sombras profundas O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Saturação suave Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edvard Munch nos últimos doze meses — 95 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 20,5%88.800 visitas
    2. 2 Espanha 12,6%54.600 visitas
    3. 3 França 7,9%34.000 visitas
    4. 4 Estados Unidos da América 6,0%25.800 visitas
    5. 5 Itália 4,1%17.900 visitas
    6. 6 Singapura 3,5%15.300 visitas
    7. 7 Hong Kong 3,5%15.100 visitas
    8. 8 Brasil 3,1%13.300 visitas
    9. 9 Japão 2,6%11.300 visitas
    10. 10 Alemanha 2,3%10.000 visitas
    11. · 85 outros países 33,9%147.000 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Edvard Munch

    1. 1 O Grito, 1893 26,7%153.700 visitas
    2. 2 Edvard Munch, 1894 8,2%47.400 visitas
    3. 3 Melancolia, 1894 7,1%41.200 visitas
    4. 4 Perto da cama da morte (febre), 1915 2,0%11.800 visitas
    5. 5 A Criança e a Morte, 1899 1,7%9.700 visitas
    6. 6 Kiss, 1897 1,3%7.600 visitas
    7. 7 Cinzas, 1894 1,2%7.000 visitas
    8. 8 Ciúme, 1895 1,0%6.000 visitas
    9. 9 Meninas na Pier, 1904 1,0%5.900 visitas
    10. 10 A Dança da Vida, 1899 0,9%5.300 visitas
    11. 11 Julaften i bordell, 1905 0,9%5.100 visitas
    12. 12 O Dia Depois, 1895 0,8%4.800 visitas
    13. 13 Man! I Feel Like a Woman!, 1905 0,8%4.500 visitas
    14. 14 Madonna, 1894 0,8%4.400 visitas
    15. 15 O Scream, 1893 0,7%3.900 visitas
    16. 16 As Garotas na Ponte, 1901 0,7%3.800 visitas
    17. 17 The Sun, 1909 0,5%2.700 visitas
    18. 18 Separação, 1896 0,5%2.600 visitas
    19. 19 Autorretrato, 1895 0,5%2.600 visitas
    20. 26 Vampire, 1893 esta obra 0,4%2.300 visitas

    Juntas, estas obras representam 57,7% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 2118 obras deste artista, das quais 490 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 26 posição entre elas, com 0,4% dessa atenção (2.300 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Vampire — Edvard Munch

    Notas sobre esta obra

    Elaborado para este guia a partir de fontes publicadas. O registro do catálogo propriamente dito encontra-se na primeira parte deste guia.

    Ano
    1893
    Dimensões
    26 x 34 cm
    Elementos
    Abraço intenso
    Estilo
    Simbolista
    Influências
    Munch, Primitivismo
    Meio
    Óleo sobre tela
    Movimento
    Expressionismo

    A Essência da Angústia e do Desejo

    Edvard Munch, um dos pilares do expressionismo, não pintava apenas paisagens ou retratos; ele traduzia a própria alma em cores e formas. Sua obra “Vampire” (1893), também conhecida como “Amor e Dor”, é um testemunho visceral dessa capacidade, uma jornada perturbadora ao coração da emoção humana. A pintura, que reside no coração do Munch Museum em Oslo, não nos oferece respostas fáceis, mas sim convida a uma contemplação profunda sobre o amor, a dor, a possessão e a fragilidade da existência.

    A cena é dominada por uma mulher envolta em um abraço intenso com um homem. Seus corpos se fundem em uma dança inquietante, enquanto seus longos cabelos vermelhos, como chamas dançantes, caem sobre o rosto do homem, obscurecendo parcialmente sua identidade e sugerindo uma força avassaladora. O cenário é deliberadamente sombrio e vazio, um espaço psicológico que amplifica a intensidade da interação entre os personagens. A ausência de detalhes externos direciona toda a nossa atenção para a complexidade das emoções expressas na figura central.

    A Paleta da Melancolia e o Simbolismo Enigmático

    Munch emprega uma paleta de cores cuidadosamente selecionada, dominada por tons terrosos e vermelhos profundos. O vermelho intenso do cabelo da mulher evoca paixão, mas também perigo e morte – um prenúncio da força que ela exerce sobre o homem. A escuridão predominante no fundo reforça a atmosfera de mistério e angústia, enquanto os traços pincelados são visíveis, conferindo à tela uma textura rica e palpável. O vermelho, em particular, é frequentemente associado ao sangue, simbolizando tanto a vida quanto a morte, o amor e a dor.

    O próprio abraço, com seus ângulos tensos e a aparente falta de equilíbrio, sugere uma dinâmica complexa. Não se trata de um gesto de carinho e afeto, mas sim de uma possessão, de um controle implícito. A mulher parece dominar o homem, envolvendo-o em sua aura intensa e transformando-o em algo quase como um objeto de seu desejo. O olhar do homem, perdido e confuso, revela a vulnerabilidade e a passividade diante da força da mulher.

    Raízes Históricas e Influências Artísticas

    “Vampire” foi criada durante um período crucial na vida de Munch, marcado por perdas pessoais significativas – a morte precoce de sua mãe e irmã, ambas vítimas da tuberculose. Essas experiências traumáticas moldaram profundamente sua visão do mundo, permeando sua obra com temas como a doença, a morte, o sofrimento e a angústia existencial. A pintura reflete essa atmosfera sombria e melancólica, capturando a essência da experiência humana diante da inevitabilidade da morte.

    É importante notar que Munch não se limitou a pintar um vampiro literal. A figura do vampiro, na tradição folclórica, representa a sedução perigosa, o desejo proibido e a ameaça à pureza e à inocência. Em “Vampire”, o vampirismo assume uma dimensão simbólica, representando a força avassaladora do amor e da paixão que pode consumir e dominar o indivíduo.

    Uma Expressão de Emoção Atemporal

    “Vampire” é mais do que apenas uma pintura; é um portal para a alma humana, um convite à introspecção e à reflexão sobre os aspectos mais sombrios e complexos da experiência. Sua força reside na capacidade de evocar emoções intensas e despertar a imaginação do espectador, convidando-o a projetar suas próprias experiências e interpretações sobre a cena. A obra permanece relevante até hoje, pois continua a nos confrontar com as questões fundamentais da vida, como o amor, a dor, a morte e a busca por significado em um mundo caótico e incerto.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Munch

    Nascido em Ådalsbruk, Suécia

    A Vida e a Identidade de Edvard Munch

    Edvard Munch foi um pintor norueguês cuja vida esteve profundamente ligada às paisagens e à atmosfera densa de sua terra natal. Nascido em 12 de dezembro de 1863, ele passou grande parte de sua existência navegando pelas complexidades da psique humana através de seus pincéis e ferramentas de gravura. Sua obra frequentemente parecia uma extensão direta de suas próprias lutas internas, transformando emoções privadas em algo visível e compartilhado. Ele permaneceu uma presença ativa no mundo da arte até sua morte, em 23 de janeiro de 1944.

    Sua habilidade de capturar os tremores da existência humana atingiu o ápice em 1893 com a criação de O Grito. Esta obra específica tornou-se uma das imagens mais aclamadas da arte ocidental, reconhecida mundialmente por sua representação do pavor existencial. Enquanto muitos artistas buscavam replicar o mundo físico, Munch interessava-se pelas coisas que não podem ser vistas, como a ansiedade e o peso da solidão. Ele utilizou a cor e a forma para dar contorno às forças invisíveis que agitam o espírito humano.

    Ao longo de sua longa carreira, ele produziu um vasto corpo de obras que abrangeu diversos meios. Sua produção incluiu:

    O Grito

    Madonna

    A Criança Doente

    A Dança da Vida

    Infância, Família e Formação

    Edvard Munch nasceu em 1863, em meio às paisagens austeras da Noruega. Sua infância foi moldada por um ambiente doméstico onde a presença da doença era uma companheira constante. Em 1868, sua mãe faleceu de tuberculose, uma perda que deixou uma marca profunda no jovem menino. Esse sentimento de fragilidade intensificou-se em 1877, quando sua irmã, Johanne Sophie, também sucumbiu à tuberculose aos 15 anos de idade. Esses primeiros lutos significaram que as sombras da mortalidade estavam entrelaçadas na própria trama de sua vida cotidiana.

    Seu pai, Christian Munch, atuava como médico e oficial sanitário. Christian era um homem de intensa devoção religiosa, mas também lutava contra um temperamento nervoso e obsessivamente religioso. A atmosfera do lar era frequentemente carregada por esse sentimento de pavor. Crescendo em um cenário assim, Edvard muitas vezes se via desenhando para se manter ocupado durante os longos invernos, quando a doença o impedia de frequentar a escola. Essas experiências precoces de luto e medo acabariam por encontrar seu caminho até as suas telas.

    Para sua educação formal, ele frequentou a Escola Real de Arte e Design em Kristiania. Foi ali que começou a desenvolver as habilidades técnicas que sustentariam suas explorações posteriores da psique humana. Sua formação forneceu o alicerce para uma carreira dedicada a traduzir a angústia interna em forma visual.

    Os Círculos Boêmios de Kristiania

    Nas ruas de Kristiania, o antigo nome de Oslo, Munch encontrou uma comunidade que desafiava tudo o que lhe havia sido ensinado. Ele transitava pelos círculos boêmios da cidade, um grupo de indivíduos que viviam à margem das regras estritas da época. Entre eles estava o pintor naturalista Christian Krohg, que integrava este círculo progressista. Tais encontros não eram meramente sociais; eram espaços onde novas formas de enxergar o mundo eram debatidas e vividas intensamente.

    Foi através da influência do niilista Hans Jæger que o próprio caminho de Munch começou a se transformar. Jæger instigou-o a afastar-se das tradições acadêmicas e polidas de então, encorajando o artista a olhar para o seu interior e a pintar o seu próprio estado emocional e psicológico. Esta era uma ideia radical. Em vez de tentar capturar o mundo como ele aparecia aos outros, Munch passou a utilizar a sua tela para expressar as tempestades internas de sua própria mente.

    Viagens e Influências em Paris e Berlim

    O trânsito pelos grandes centros da arte europeia permitiu que Edvard Munch visse seus próprios impulsos refletidos na obra de outros mestres. Em Paris, ele encontrou as técnicas de artistas como Paul Gauguin e Vincent van Gogh. Ele aprendeu muito com eles, absorvendo a maneira como utilizavam a cor e a forma para transcender a simples representação visual. Sua estadia na cidade também o colocou em contato com Henri de Toulouse-Lautrec. Esses encontros foram fundamentais para refinar seu olhar, priorizando o mundo interno em detrimento do externo.

    Já sua passagem por Berlim deslocou seu foco para as camadas mais profundas e inquietantes da mente humana. Foi ali que ele conheceu o dramaturgo sueco August Strindberg. Essas conexões com figuras como Strindberg impulsionaram suas investigações sobre temas psicológicos. Munch começou a utilizar sua arte para explorar os tremores da existência humana, afastando-se das descrições naturalistas em direção a um estilo capaz de comunicar o peso esmagador do medo e da ansiedade.

    Técnica e o Estilo da Pintura da Alma

    Edvard Munch não tinha como objetivo replicar o mundo físico tal como ele se apresentava ao olhar. Em vez disso, ele buscava externalizar o seu estado interno, um método que ele denominou como pintura da alma. Através de formas distorcidas e linhas rítmicas, ele comunicava os tremores da existência humana, transformando o sofrimento psicológico em uma forma visível e tangível. Sua pincelada frequentemente refletia a turbulência de sua própria mente, utilizando a cor e a forma para traduzir o que sentia, em vez de apenas o que via.

    Esse foco no universo interior levou-o a experimentar extensivamente com diversos meios. Ele foi um gravador extremamente ativo, trabalhando com litografia, xilogravura e água-forte para expandir seu alcance artístico. Sua amplitude técnica era vasta, envolvendo processos de gravura em metal como a aquatinta, a ponta-seca e a gravação em cobre. Tais métodos permitiam-lhe sobrepor texturas e linhas que espelhavam a complexa profundidade da emoção humana.

    O Grito (1893)

    Madona (1894)

    A Criança Doente (c. 1926)

    O Friso da Vida e Obras Primordiais

    Edvard Munch buscou capturar os ciclos recorrentes da existência humana através de uma série de obras que ele denominou O Friso da Vida. Esta coleção concentrou-se nos temas densos e inescapáveis do amor, do medo, da morte e da ansiedade. Ele não pretendia realizar uma simples representação da vida, mas sim uma exploração das tempestades internas que a definem. Suas pinturas funcionavam, muitas vezes, como um meio de processar o luto e os tremores psicológicos que o acompanharam desde a juventude.

    Muitas de suas imagens mais reconhecidas emergiram dessas lutas pessoais. Ele concebeu O Grito enquanto estava em Kristiania, utilizando paisagens sinuosas e ardentes para representar uma sensação de pavor existencial. Em outras obras, ele voltou seu olhar para as complexidades das conexões humanas e para a fragilidade da vida. Madona explora a interseção entre a sexualidade e a mortalidade, enquanto A Criança Doente permanece como um lembrete pungente da perda de sua irmã, Sophie. Estas peças refletem um homem tentando dar sentido às sombras que o perseguiam.

    O Grito (1893)

    Madona (1894)

    A Criança Doente (c. 1926)

    Puberdade (1894–95)

    Anos Tardios e Morte

    Os anos tardios da vida de Edvard Munch foram marcados por uma mudança significativa em seus hábitos pessoais e em seu ambiente criativo. Após um colapso mental em 1908, ele tomou a decisão de abandonar o consumo excessivo de álcool. Este período de transformação o afastou das turbulentas cenas sociais de sua juventude. Em vez disso, ele dedicou seus anos restantes ao trabalho em paz e privacidade, encontrando um refúgio tranquilo para dar continuidade à sua prática artística.

    Sua produção manteve-se constante até o fim de sua existência. No momento de seu falecimento, em 1944, ele havia acumulado uma coleção de 1006 pinturas. Enquanto o mundo ao seu redor enfrentava a imensa agitação da Segunda Guerra Mundial, a maioria de suas obras sobreviveu ao conflito, garantindo que sua linguagem visual permanecesse disponível para que as futuras gerações pudessem estudá-la e vivenciá-la.

    O Legado Duradouro e a Influência

    A capacidade de Munch de confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana ajudou a pavimentar o caminho para o Expressionismo Alemão. Como um pioneiro do Expressionismo, ele se afastou das regras polidas da arte acadêmica para encontrar uma maneira de manifestar as tempestades internas da mente. Ao traduzir o sofrimento psicológico em forma visual, ele transformou a maneira como os artistas abordavam a tela. Sua obra tornou-se um pilar fundamental do movimento modernista, deslocando o foco daquilo que o olho vê para aquilo que a alma suporta.

    Sua presença é sentida profundamente na história da arte norueguesa. Ele ajudou a definir uma identidade nacional através de sua exploração de experiências humanas universais. A forma como utilizou a cor e linhas distorcidas para comunicar os tremores da existência deixou uma marca que muitos artistas seguiram. Sua influência estendeu-se muito além das fronteiras da Noruega, afetando a maneira como o mundo moderno percebe a ansiedade e o isolamento.

    The Scream (1893)

    Madonna (1894)

    The Sick Child (c. 1926)

    Onde Contemplar suas Obras Hoje

    Para vivenciar a imensidão da obra de sua vida, é preciso viajar até Oslo, na Noruega. O Museu Munch é o principal guardião de seu legado, abrigando uma vasta coleção que abrange toda a amplitude de sua produção artística. É um espaço onde a magnitude de sua criação se torna evidente, oferecendo um mergulho profundo nos temas que ele explorou ao longo de seus anos de pintura e gravura.

    Outras peças significativas encontram-se em outras grandes instituições da cidade. A Galeria Nacional de Oslo detém a versão de 1893 em têmpera e giz sobre papelão de O Grito. Esta obra específica oferece uma textura e uma sensação distintas em comparação com outras versões. Além disso, o Museu Nacional da Noruega abriga uma versão de Madonna, permitindo que os visitantes compreendam como o artista abordou o mesmo tema através de diferentes perspectivas.

    O Grito (1893) - Galeria Nacional, Oslo

    Madonna - Museu Nacional da Noruega

    Museu

    Gothenburg Museum of Art

    Em exibição em Gothenburg, Sweden

    The History of Gothenburg Museum of Art

    The origins of the Gothenburg Museum of Art can be traced back to 1861, with its roots in the Museum of Gothenburg. This foundation established a presence in the city of Gothenburg, Sweden, that has grown steadily through the decades. The institution was officially inaugurated in 1925, marking a significant moment in the cultural landscape of the region. It has since become the third largest museum in Sweden by number of art works.

    Growth has been a constant feature of the institution's development. The physical presence of the museum expanded in 1968 and again in 1996 to accommodate its growing holdings. These additions allowed the collection to continue its expansion within the city. Today, the museum remains a central pillar of the local art scene, maintaining a vast assembly of works that reflect a long history of preservation and study.

    The Architecture of the Museum Building

    The museum occupies a prominent position at Götaplatsen, situated at the southern end of The Avenue, Kungsportsavenyen. The structure was conceived by architect Sigfrid Ericson and constructed in 1923 as an integral part of the development of the Götaplatsen cultural center. Its presence is defined by a monumental Neo-Classical style that commands the space around it.

    The exterior is characterized by the use of a specific yellow brick known as "Gothenburg brick." This material provides a distinct texture and color to the facade, grounding the building within the local architectural identity of Gothenburg, Sweden. The weight and permanence of the masonry reflect the intentions of the original design.

    The building underwent expansions in 1968 and 1996, adding to the footprint established by Ericson. These later additions, designed by Rune Falk, extend the reach of the institution while maintaining the site's established character. The architecture remains a physical anchor for the city's cultural life.

    The Extensive Art Collections

    The collection comprises more than 70,000 works, forming a vast presence that spans from the 15th century to the present day. A significant portion of these holdings consists of Nordic art, with the museum possessing a particularly fine collection of late 19th-century Nordic works. These pieces offer a direct encounter with the regional aesthetic developments of that era.

    Beyond the Nordic focus, the museum houses both older and contemporary art, drawing from international traditions. The breadth of the collection allows for a dialogue between different eras and geographies, placing local history alongside global movements. One finds the presence of works by Claude Monet, Pablo Picasso, and Rembrandt within these walls, representing a wide spectrum of artistic development.

    Vampire, 1893 - Edvard Munch

    Olive Grove: Orange Sky, 1889 - Vincent van Gogh

    The Sick Child, 1896 - Edvard Munch

    Avenue, 1881 - Paul Cézanne

    Girl in a Spanish Jacket, 1900 - Pierre-Auguste Renoir

    Garden, 1877 - Pierre-Auguste Renoir

    Masterpieces of the Museum Collection

    The Fürstenberg Gallery, named after Pontus Fürstenberg and Göthilda, provides a space where specific works hold a quiet presence. Within these walls, Edvard Munch’s Vampire (1893) and The Sick Child (1896) exist as profound studies of human condition. These works sit near Vincent van Gogh’s Olive Grove: Orange Sky (1889), where the light of the landscape carries a particular weight. The collection brings together these distinct perspectives, allowing for a direct encounter with the textures of late 19th-century thought.

    The presence of Paul Cézanne is felt in Avenue (1881), a work that anchors the collection's exploration of form. Nearby, the brushwork of Pierre-Auguste Renoir appears in Girl in a Spanish Jacket (1900) and Garden (1877). These paintings offer a study in light and color that contrasts with the more structured compositions found elsewhere in the halls. Claude Monet’s The Road in Vetheuil in Winter (1879) provides a seasonal stillness, inviting a slow observation of the winter scene. Each piece remains a physical entity, inviting a stillness that encourages a closer look at the brushstrokes and the intent behind the pigment.

    Onde ler mais

    Todos os dados que temos sobre Vampire by Edvard Munch, na sua página de obra

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Vampire

    wikioo.org/pt/art/download/edvard-munch-vampire-6WHK9P-pt/

    Como citar esta obra

    MLA
    Munch, Edvard. Vampire. 1893, Gothenburg Museum of Art. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-vampire-6WHK9P-pt/
    APA
    Munch, Edvard (1893). Vampire [Painting]. Gothenburg Museum of Art. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-vampire-6WHK9P-pt/
    Chicago
    Edvard Munch. Vampire. 1893. Gothenburg Museum of Art. https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-vampire-6WHK9P-pt/
    Harvard
    Munch, Edvard (1893) Vampire. Gothenburg Museum of Art. Available at: https://wikioo.org/pt/art/edvard-munch-vampire-6WHK9P-pt/

    Observe de perto

    Vampire — Edvard Munch

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: symbolist expressionism, love and pain, red hair. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre O Grito (1893), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Vampire — Edvard Munch

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. Qual o título original da pintura "Vampire" de Edvard Munch?

      • A Amore e Dolore
      • B O Grito
      • C A Noite Estrelada
    2. 2. Em que ano foi pintada a obra "Vampire"?

      • A 1893
      • B 1901
      • C 1915
    3. 3. Qual é a principal emoção transmitida pela pintura "Vampire"?

      • A Alegria e esperança
      • B Angústia e melancolia
      • C Calma e serenidade
    4. 4. Qual a cor predominante na paleta de cores da pintura "Vampire"?

      • A Azul vibrante
      • B Vermelho escuro e marrom
      • C Verde-olho de tigre
    5. 5. Qual o estilo artístico predominante na obra "Vampire"?

      • A Impressionismo
      • B Expressionismo
      • C Cubismo

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2A · 3B · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual tamanho e orientação são recomendados para uma impressão de "Vampire", de Edvard Munch?

    Tamanho Médio, orientação Paisagem: esta é a configuração de impressão sugerida para "Vampire", de Edvard Munch.

    Qual é a tonalidade predominante que percorre "Vampire", de Edvard Munch?

    "Vampire" inclina-se para um tom Do âmbar ao açafrão.

    Existe uma apresentação de slides para "Vampire", de Edvard Munch?

    O diaporama de "Vampire" pode ser visualizado na página Apresentação de imagens da obra.