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Guia de Obras de Estudantes

Mushrooms

Nome Turma Data

John Whitlock Codner, Mushrooms, Government Art Collection. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
John Whitlock Codner wikioo.org/pt/artists/john-whitlock-codner/
Datas do artista
1913 – 2008
Dimensões originais
30 x 41 cm
Realizado em
Government Art Collection wikioo.org/pt/museums/government-art-collection-londres_pt/

No contexto

Mushrooms — John Whitlock Codner

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 30 × 41 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando poderá ter sido pintada esta obra?

  1. 1910
  2. 1920
  3. 1930
  4. 1940
  5. 1950
  6. 1960
  7. 1970
  8. 1980
  9. 1990
  10. 2000

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 95 ao falecer.

Sombreado: a trajetória de John Whitlock Codner (1913–2008) cada pintura datada, década por década

Este disco não possui um ano exato registrado — considerando a trajetória do artista e o estilo da obra, de qual década você o estimaria?

Comparar com

  • Alderman Brown wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-alderman-brown-AQZSP2-en/
  • Red Decanter wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-red-decanter-AS7SZT-en/
  • Fruit wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-fruit-AQZSP4-en/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/john-whitlock-codner-mushrooms-AQZSNW-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #998b6b

    Paleta catalogada

    • #998B6B
    • #D0CEB9
    • #695842
    • #B9B69D

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Whitlock Codner nos últimos doze meses — 1 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 100,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 4 obras mais visualizadas de John Whitlock Codner

    1. 1 Charlotte Street, Bristol, in Snow, 1939 25,0%
    2. 2 Brandon Hill, Bristol 25,0%
    3. 3 Mushrooms esta obra 25,0%
    4. 4 Tom Burrough 25,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 12 obras deste artista, das quais 4 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 3 posição entre elas, com 25,0% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    John Whitlock Codner

    John Whitlock Codner (1913–2008): A Painter Shaped by War and Tradition

    John Whitlock Codner (1913 – 2008) was a British painter whose artistic journey unfolded against the backdrop of wartime Britain, profoundly influenced by his father’s legacy as a society painter and nurtured by the mentorship of Alfred Munnings. His distinctive style—characterized by meticulous observation of detail and imbued with a quiet dignity—earned him recognition within the Royal West of England Academy (RWA) and secured his place among the prominent artists of the 20th century.

    Early Life & Family Roots

    Education & Influences

    Wartime Camouflage Officer & Artistic Collaboration

    Career as Painter: Style and Technique

    Legacy & Recognition

    Early Life & Family Roots

    Born in Beaconsfield, Buckinghamshire, in 1913, Codner’s artistic inclinations stemmed from a familial connection to Maurice Codner, a respected society painter who championed Munnings's vision and established a formative relationship with the celebrated landscape artist. This exposure to Munnings’s aesthetic sensibilities—marked by bold brushstrokes and an uncompromising commitment to capturing the essence of rural England—would become a cornerstone of Codner’s artistic development.Maurice Codner’s friendship with Alfred Munnings proved instrumental in shaping John Codner's artistic trajectory.

    Education & Influences

    Codner pursued his formal education at St. Edward’s School, Oxford, where he honed his intellectual curiosity alongside fellow students destined for distinguished careers.St. Edward’s School provided a rigorous academic grounding that complemented Codner's burgeoning artistic interests. Subsequently, he enrolled at Regent Street Polytechnic School of Art, immersing himself in the study of painting and furthering his technical skills. This period solidified his understanding of artistic principles and prepared him for a career dedicated to visual representation.The influence of Munnings’s expressive style undoubtedly shaped Codner's approach to landscape painting.

    Wartime Camouflage Officer & Artistic Collaboration

    During the Second World War, Codner served as a camouflage officer in Geoffrey Barkas’s Middle East Command Camouflage Directorate. This experience wasn’t merely a duty obligation; it was an immersive encounter with practical artistry—a necessity for deceiving enemy forces.Codner's wartime service demanded both tactical acumen and artistic creativity. He collaborated closely with Peter Proud, crafting innovative camouflage designs that utilized color palettes and textures to blend seamlessly into the desert landscape. Alongside Steven Sykes (a stained glass artist), Edward Bainbridge Copnall (a sculptor) Jasper Maskelyne (a stage magician) and Peter Proud, Codner worked on Operation Crusader.The collaborative effort with Proud exemplifies Codner’s ability to integrate artistic vision with strategic considerations.

    Career as Painter: Style & Technique

    Codner established his studio in Stokenham, Devon, dedicating himself to painting—primarily figure portraits and still lifes—with unwavering dedication.Codner's meticulous attention to detail and masterful brushwork characterized his distinctive artistic style. He exhibited extensively at the Royal Academy and the RWA, garnering critical acclaim for his evocative depictions of human subjects and landscapes. His works are held in numerous public collections across Britain, testament to their enduring beauty and artistic merit.Codner’s paintings consistently demonstrate a profound understanding of light and color—elements central to conveying emotion and capturing the spirit of his subjects.

    Legacy & Recognition

    John Whitlock Codner was elected as an academician in 1963, cementing his position among Britain's most respected artists.Codner’s election into the Royal West of England Academy symbolized his contribution to British art history. He remained active until his death in 2008, continuing to produce paintings that reflected both tradition and personal vision. His legacy resides not only in his artistic output but also in his role as a mentor and educator—inspiring generations of artists to pursue excellence.Codner’s enduring influence can be seen in the stylistic choices of subsequent painters who admired his unwavering commitment to craft.

    Museu

    Government Art Collection

    Em exibição em Londres, Reino Unido

    Uma Galeria Global Sem Paredes

    A Government Art Collection (GAC) representa um dos experimentos mais ambiciosos e poéticos de diplomacia cultural já concebidos. Diferente das salas estáticas e silenciosas dos museus tradicionais, a GAC opera sob um princípio de bela dispersão, atuando como uma entidade viva e pulsante que transcende fronteiras físicas. Estabelecida em 1899 através da visão pioneira do 2º Visconde Esher, a coleção nasceu de uma crença profunda de que a arte possui o poder único de promover a compreensão internacional e projetar a identidade nacional. Em vez de confinar obras-primas nos limites de Londres, a GAC posiciona estrategicamente peças de mérito excepcional em embaixadas britânicas, altas comissões e edifícios governamentais ao redor do mundo — das ruas movimentadas de Tóquio e Nairóbi aos corredores históricos de Washington D.C. e Bruxelas.

    Esta abordagem nômade transforma postos diplomáticos em telas vibrantes de história e inovação. Encontrar uma peça desta coleção é, muitas vezes, vivenciar um momento serendipitoso de beleza em um cenário inesperado. A evolução da coleção reflete as marés mutáveis da própria cultura britânica; embora suas origens estivessem enraizadas no retrato histórico, desenhado para fortalecer o orgulho nacional, ela amadureceu para um repositório dinâmico que celebra o contemporâneo e o diverso. Hoje, a GAC serve como um palco vital para as vozes que definem a Grã-Bretanha moderna, exibindo as intrincadas esculturas têxteis de Yinka Shonibary, as profundas explorações de identidade de Lubaina Himid e as impactantes paisagens urbanas de Hurvin Anderson. É uma coleção que não apenas olha para trás, em direção às glórias passadas, mas que se engaja ativamente com o pulso multicultural do presente.

    Grandeza Arquitetônica e Visão Curatorial

    O coração desta operação global reside no histórico Old Admiralty Building, em Londres, uma estrutura imersa em majestade marítima. Construído em 1865 como um quartel-general naval, os tetos altos, os detalhes arquitetônicos ornamentados e o pátio tranquilo do edifício conferem um senso de permanência e gravidade à alma administrativa da coleção. Dentro destas paredes, pode-se sentir o legado de curadores como Richard Perry Bedford e Richard Walker — profissionais que transicionaram a GAC de um repositório de iconografia tradicional para um diálogo sofisticado entre a tradição histórica e a experimentação de vanguarda. O próprio cenário arquitetônico serve como um lembrete do dever da coleção em representar a excelência britânica através da força e da elegância.

    O brilho curatorial da GAC é talvez mais evidente em sua capacidade de tecer eras díspares em uma narrativa única e coesa. Exposições recentes navegaram pelos terrenos complexos do Romantismo Britânico, do Surrealismo e da Arte Conceitual, provando que o escopo da coleção é tão intelectualmente rigoroso quanto esteticamente agradável. Este compromisso com a profundidade é exemplificado por iniciativas como o ‘Representation of the People Project’, lançado em 2018, que garante que a coleção permaneça um espelho inclusivo da sociedade, destacando artistas de diversas origens e assegurando que a história britânica contada no exterior seja uma de riqueza multifacetada.

    Um Legado de Conexão e Inspiração

    Para o amante da arte, o colecionador ou o designer de interiores, a Government Art Collection oferece mais do que um simples catálogo de obras; ela oferece uma aula magistral sobre como a arte pode funcionar como um condutor para a comunicação. Cada pintura, escultura e gravura serve como um embaixador. Ao considerar as paisagens evocativas de Paul Nash adornando uma embaixada em Tóquio, ou a maneira como as formas escultóricas de Barbara Hepworth enriquecem uma Alta Comissão em Nairóbi, a verdadeira missão da GAC torna-se clara: utilizar a linguagem estética da arte para construir pontes sobre divisões geográficas e culturais.

    A coleção permanece um fenômeno singular no mundo da arte — um testemunho da ideia de que a arte é mais poderosa quando compartilhada. Ela nos convida a olhar além da moldura e reconhecer que a beleza, quando colocada estrategicamente dentro da engrenagem da diplomacia, pode suavizar fronteiras e inspirar o diálogo. Seja através dos retratos inquietantes de Lucian Freud ou das instalações provocativas de Damien Hirst, a GAC continua a tecer uma tapeçaria global de conexão, garantindo que o espírito da criatividade britânica permaneça como um convidado onipresente nos círculos diplomáticos mais importantes do mundo.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Mushrooms

    wikioo.org/pt/art/download/john-whitlock-codner-mushrooms-AQZSNW-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Codner, John Whitlock. Mushrooms. n.d., Government Art Collection. https://wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-mushrooms-AQZSNW-en/
    APA
    Codner, John Whitlock (n.d.). Mushrooms [Painting]. Government Art Collection. https://wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-mushrooms-AQZSNW-en/
    Chicago
    John Whitlock Codner. Mushrooms. n.d. Government Art Collection. https://wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-mushrooms-AQZSNW-en/
    Harvard
    Codner, John Whitlock (n.d.) Mushrooms. Government Art Collection. Available at: https://wikioo.org/pt/art/john-whitlock-codner-mushrooms-AQZSNW-en/

    Observe de perto

    Mushrooms — John Whitlock Codner

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Alderman Brown, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    4. O que o artista pode ter querido que você sentisse?
    5. Se você pudesse fazer uma pergunta ao artista sobre esta obra, qual seria?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    "Mushrooms", de John Whitlock Codner é uma composição em formato retrato, paisagem ou quadrada?

    "Mushrooms", de John Whitlock Codner possui um formato Landscape. O formato descreve as proporções da composição.

    Como é construída a composição cromática de "Mushrooms", de John Whitlock Codner?

    A composição cromática de "Mushrooms", de John Whitlock Codner combina um contraste Gentle com uma harmonia Strong Color Unity.

    Quais cores predominam em "Mushrooms", de John Whitlock Codner?

    "Mushrooms", de John Whitlock Codner utiliza uma paleta Neutrals, com Driftwood (#998b6b) como cor dominante.