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Ficha de pesquisa

Ficha de pesquisa: Abstraction

O registro completo de Abstraction

Nome Turma Data

Stuart Davis, Abstraction (1937), Museu Smithsonian de Arte Americana. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Stuart Davis wikioo.org/pt/artists/stuart-davis_pt/
Datas do artista
1892 – 1964
Pintura a óleo
1937
Dimensões originais
45 x 59 cm
Realizado em
Museu Smithsonian de Arte Americana wikioo.org/pt/museums/museu-smithsonian-de-arte-americana-washington-d-c_pt/

No contexto

Abstraction — Stuart Davis

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 45 × 59 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1890
  2. 1900
  3. 1910
  4. 1920
  5. 1930
  6. 1940
  7. 1950
  8. 1960

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 72 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 45. O artista viveu até aos 72. 29 das 47 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Stuart Davis (1892–1964) ▲ esta obra, 1937 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1924 Principais anos de atividade: 1924–1941 Obras tardias: a partir de 1941

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wikioo.org/pt/art/similar/stuart-davis-abstraction-AS7UQP-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #e0d5b2

    Paleta catalogada

    • #E0D5B2
    • #894E28
    • #2C2A34
    • #A79253

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Dark A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Stuart Davis nos últimos doze meses — 8 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 69,4%3.400 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 12,2%600 visitas
    3. 3 Suécia 6,1%300 visitas
    4. 4 França 4,1%200 visitas
    5. 5 Croácia 2,0%100 visitas
    6. 6 Coréia do Sul 2,0%100 visitas
    7. 7 Países Baixos 2,0%100 visitas
    8. 8 Sérvia 2,0%100 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Stuart Davis

    1. 1 T View, 1951 5,4%300 visitas
    2. 2 Visa 1 5,4%300 visitas
    3. 3 Studio interior 5,4%300 visitas
    4. 4 Garage No. 1, 1917 3,6%200 visitas
    5. 5 Textile with Liquor and Prohibition Motifs 3,6%200 visitas
    6. 6 Waterfront Landscape 3,6%200 visitas
    7. 7 Study for ''Blips and Ifs'' 3,6%200 visitas
    8. 8 Odol 1,8%100 visitas
    9. 9 The Mellow Pad 1,8%100 visitas
    10. 10 Impression of the New York World's Fair (mural study, Communications Building, World's Fair, Flushing, New York), 1938 1,8%100 visitas
    11. 11 Waterfront Landscape, 1936 1,8%100 visitas
    12. 12 Composition, 1935 1,8%100 visitas
    13. 13 Hot Still-Scape for Six Colors. Seventh Avenue Style 1,8%100 visitas
    14. 14 The Terminal, 1937 1,8%100 visitas
    15. 15 Newark, 1910 1,8%100 visitas
    16. 16 Lucky Strike, 1924 1,8%100 visitas
    17. 17 Int'l Surface No. 1, 1960 1,8%100 visitas
    18. 18 Ana 1,8%100 visitas
    19. 19 Gloucester Terraces 1,8%100 visitas
    20. — Abstraction, 1937 esta obra 0,0%0 visitas

    Juntas, estas obras representam 52,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 189 obras deste artista, das quais 46 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Abstraction — Stuart Davis

    Stuart Davis, a prominent American artist, created the captivating painting Abstraction in 1937. This watercolor and gouache on paper artwork measures 45 x 59 cm and is a testament to Davis' unique style, which blends geometric abstraction with vibrant colors. The painting features a colorful collage of various objects, including chairs, ladders, and clocks, creating an interesting visual experience for viewers.

    Understanding the Art Movement

    Abstractism, the art movement that Abstraction belongs to, is a visual language that uses shape, form, color, and line to create compositions independent from visual references in the world. This movement emerged in Europe during the 19th century, with artists seeking to encompass fundamental changes taking place in technology, science, and philosophy. As a professional expert in Art and https://AllPaintingsStore.com salesman, I can appreciate the significance of this artwork in the context of Abstractism Art Movement.

    Key Elements of the Painting

    The painting features at least 13 chairs, with some placed closer to the foreground while others are further back. A ladder is also visible near the center of the painting, adding depth and complexity to the composition. Two clocks are present in the artwork, one located towards the top left corner and another at the bottom right side, creating a sense of timelessness and abstraction. The use of geometric shapes and vibrant colors creates a dynamic visual experience, drawing the viewer's attention to the intricate details of the painting.

    Conclusion

    Abstraction by Stuart Davis is a masterpiece that showcases the artist's unique style and technique. As part of the Smithsonian American Art Museum collection, this painting is a testament to the significance of abstract art in the modern era. For those interested in learning more about abstract art, I recommend exploring https://AllPaintingsStore.com's collection of hand-made oil paintings reproductions, including works by Harvey Quaytman and Chapter 29: Haqaq.

    By examining the works of these artists, one can gain a deeper understanding of the abstract art movement and its significance in the world of modern art.

    Visit https://AllPaintingsStore.com to explore our collection of hand-made oil paintings reproductions.

    Learn more about Abstractism and its key elements.

    Discover the works of prominent abstract artists, including Stuart Davis and Harvey Quaytman.

    Artista e museu

    Artista

    Stuart Davis

    Nascido em Filadélfia, Estados Unidos

    Stuart Davis: A Pioneer of American Modernism

    Stuart Davis, born Edward Stuart Davis on December 7, 1892, in Philadelphia, Pennsylvania, was immersed in an artistic environment from a young age. His father, Edward Wyatt Davis, served as the art editor for The Philadelphia Press, while his mother, Helen Stuart Davis, was a sculptor—a lineage that undeniably fostered his early fascination with visual arts. From childhood, he absorbed the aesthetic sensibilities of his parents and cultivated a deep appreciation for artistic expression.

    Davis received formal training at the Robert Henri School of Art in New York City from 1909 to 1912 under the guidance of Robert Henri himself. This formative period instilled in him not only technical skills but also a profound understanding of Henri’s philosophy—namely, “to capture ‘life in the raw.’” During these years, he forged enduring friendships with fellow painters John Sloan, Glenn Coleman, and Henry Glintenkamp—artists who would become collaborators and companions throughout his artistic journey. These connections proved invaluable in shaping Davis's worldview and artistic sensibilities.

    Early Career and the Armory Show

    Davis swiftly gained recognition as one of the youngest exhibitors at the pivotal Armory Show in 1913. He presented five watercolor paintings that embodied the distinctive style of the Ashcan School—a movement characterized by its unflinching portrayal of urban life and its rejection of idealized representations. These canvases immediately established him as a voice among his peers, signaling an early step toward realizing his artistic ambitions. The Armory Show exposed Davis to the groundbreaking works of artists like Vincent van Gogh, Henri Matisse, and Pablo Picasso, sparking inspiration for his own explorations into abstraction and perspective.

    Artistic Development and Style

    Throughout the 1920s, Davis honed his distinctive mature style—a style marked by bold colors and a deliberate simplification of form. He began creating abstract still lifes and landscapes infused with a proto-pop art element, skillfully incorporating contemporary subject matter such as cigarette packages and spark plug advertisements into his compositions. This innovative approach reflected Davis’s belief that “a subject had its emotional reality,” which could be gleaned through an awareness of geometric planes and spatial relationships—a conviction that would permeate his oeuvre. The Ashcan School movement continued to exert influence on his aesthetic sensibilities, grounding him in a tradition of realism while simultaneously propelling him toward experimentation with abstraction.

    Influences and Inspirations

    Davis’s artistic vision was profoundly shaped by several key figures and movements. Robert Henri served as his foundational mentor, encouraging him to observe life directly and embrace spontaneity—values that resonated deeply within Davis's creative spirit. The Ashcan School movement instilled in him a commitment to depicting urban realities with honesty and immediacy. Furthermore, Cubism provided inspiration for his exploration of fragmented perspectives and geometric abstraction. Perhaps most notably, jazz music captivated Davis’s imagination, contributing to the rhythmic energy and improvisational quality of many of his paintings from the 1940s and 1950s—a passion that would become an integral part of his artistic identity.

    Notable Works

    Davis's oeuvre includes iconic pieces such as Odol (Modernism), completed in 1928—a testament to his ability to synthesize abstraction with recognizable imagery from popular culture. His paintings capture the essence of American life and convey a powerful emotional resonance. Other significant works include *Rocks, Gloucester (1915), The Mellow Pad, and Tropes de Teens* (1956)—each demonstrating Davis’s unwavering dedication to artistic innovation and his profound engagement with contemporary themes.

    Davis's legacy extends far beyond his individual creations—he stands as a pivotal figure in American Modernism, championing a bold vision of art that challenged conventions and embraced the dynamism of the 20th century. His influence continues to inspire artists today, securing his place as one of the most important voices in American art history.

    Museu

    Museu Smithsonian de Arte Americana

    Em exibição em Washington, D.C., Estados Unidos da América

    A Chronicle of American Identity: The Smithsonian American Art Museum

    Imersa no coração do Old Patent Office Building, em Washington D.C., a Smithsonian American Art Museum transcende o mero papel de um repositório de obras de arte; é uma janela vibrante para a própria alma dos Estados Unidos. Ao cruzar seus imponentes portões, você embarca numa jornada inesquecível, tecendo uma narrativa épica através das linhas do tempo da nação – desde paisagens coloniais que evocam o espírito pioneiro até críticas sociais incisivas e inovações artísticas revolucionárias. A arquitetura do edifício, concebido no século XIX como um testemunho da engenhosidade americana, confere à coleção uma aura de grandiosidade sutil, elevando cada obra a um patamar superior através de seus tetos altíssimos, detalhes intrincados e uma sensação palpável de monumentalidade. A dicotomia entre a estrutura industrial do passado e a explosão de cores e emoções da arte americana cria um diálogo fascinante, convidando à reflexão sobre os valores em constante evolução da nação e sua rica tradição artística.

    A coleção do museu é uma tapeçaria deslumbrante, tecida ao longo dos séculos com uma variedade impressionante de estilos artísticos. De Frederic Church e Thomas Moran, que capturaram a majestade selvagem do Velho Oeste em paisagens luminosas e dramáticas – imagens que impulsionaram a expansão para o oeste e idealizaram o espírito pioneiro, até Edward Hopper e Dorothea Lange, que documentaram as duras realidades da Grande Depressão através de retratos íntimos e comoventes que revelam a vulnerabilidade e a resiliência do povo americano, o SAAM oferece uma visão panorâmica da história visual da nação. Você encontrará a vibrante arte popular de artistas autodidatas como Florence Scovel Shinn, cujas ilustrações encantadoras capturaram a vida cotidiana com detalhes vívidos, e Ralston Crawford, que retratou magistralmente paisagens urbanas e cenas industriais, refletindo a dinâmica e as ansiedades da América do início do século XX. Ao lado desses nomes familiares, o SAAM orgulhosamente exibe as obras icônicas de Georgia O’Keeffe, cujas pinturas abstratas de flores continuam a cativar os espectadores com suas cores ousadas, perspectivas íntimas e profunda exploração da forma e da natureza; e uma coleção significativa de arte nativa americana, que reflete as ricas tradições artísticas de diversas tribos ao longo do país – um elemento vital e muitas vezes subestimado do patrimônio artístico americano.

    Architectural Echoes and Contemporary Dialogue

    O Old Patent Office Building é mais do que apenas o cenário da experiência SAAM; ele é um personagem fundamental. Construído em 1855 como uma vitrine para a engenhosidade americana – um símbolo de inovação e progresso durante a Revolução Industrial – sua arquitetura neoclássica imponente e seus espaços amplos oferecem um ambiente deslumbrante para a coleção. A função original do edifício, celebrar a inovação, reflete sutilmente a própria missão do museu: explorar e celebrar o espírito criativo da América. Essa dicotomia entre o espaço grandioso e funcional e a diversidade de expressões artísticas cria uma tensão intrigante – um lembrete constante da interação contínua entre progresso e tradição, indústria e arte. A adição da Galeria Renwick em 1972, localizada a apenas alguns quarteirões de distância, expandiu o escopo do SAAM e abraçou as tradições artesanais, enriquecendo ainda mais a narrativa do museu. Essa escolha deliberada destaca a evolução contínua da criatividade americana – um diálogo entre mestres do passado e criadores contemporâneos, demonstrando como as formas artísticas se adaptam e se transformam ao longo do tempo.

    Current Explorations: Stories in Every Frame

    Atualmente, o SAAM está sedento em apresentar exposições que iluminam diversos aspectos da experiência americana. “State Fairs: Growing American Craft” oferece um olhar fascinante sobre as contribuições artísticas para esta tradição única americana, celebrando a criatividade e a habilidade dos artistas das feiras – desde intrincados quilts até cerâmicas deslumbrantes. “Shahzia Sikander: The Last Post”, uma instalação multimídia poderosa pela artista paquistanesa-americana Shahzia Sikander, examina criticamente o legado do colonialismo britânico através da lente da pintura miniatura indo-persa – uma exploração profundamente instigante do intercâmbio cultural e das perspectivas históricas. E não perca “Cecilia Vicuña: Quipu Viscera”, uma instalação imersiva que utiliza lã sem fios para explorar temas de memória, identidade e direitos indígenas – um lembrete pungente das lutas contínuas por reconhecimento e justiça. Juntas, essas exposições, juntamente com a coleção permanente do museu, oferecem aos visitantes uma experiência rica e gratificante, mostrando a amplitude e a profundidade da expressão artística americana.

    A Legacy of Access and Engagement

    Além de sua impressionante coleção e arquitetura deslumbrante, o SAAM está profundamente comprometido com a educação e a acessibilidade. Ele fornece extensos recursos para estudantes, professores e entusiastas de arte por meio de bancos de dados online e programas envolventes. A política de admissão gratuita garante que seus tesouros estejam acessíveis a todos, promovendo uma apreciação mais profunda da arte e da cultura americana dentro da comunidade e além dela. Visitar o SAAM não é apenas uma oportunidade de contemplar objetos bonitos; é um convite para se conectar com a história da nação, celebrar sua diversidade e se envolver em uma exploração significativa do que significa ser americano – um testemunho vibrante do poder duradouro da expressão artística. O museu continua a evoluir, abraçando novas tecnologias e perspectivas ao mesmo tempo em que permanece firme em seu compromisso de preservar e compartilhar o rico patrimônio artístico da América.

    Onde ler mais

    Todos os dados que temos sobre Abstraction by Stuart Davis, na sua página de obra

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Abstraction

    wikioo.org/pt/art/download/stuart-davis-abstraction-AS7UQP-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Davis, Stuart. Abstraction. 1937, Museu Smithsonian de Arte Americana. https://wikioo.org/pt/art/stuart-davis-abstraction-AS7UQP-en/
    APA
    Davis, Stuart (1937). Abstraction [Painting]. Museu Smithsonian de Arte Americana. https://wikioo.org/pt/art/stuart-davis-abstraction-AS7UQP-en/
    Chicago
    Stuart Davis. Abstraction. 1937. Museu Smithsonian de Arte Americana. https://wikioo.org/pt/art/stuart-davis-abstraction-AS7UQP-en/
    Harvard
    Davis, Stuart (1937) Abstraction. Museu Smithsonian de Arte Americana. Available at: https://wikioo.org/pt/art/stuart-davis-abstraction-AS7UQP-en/

    Observe de perto

    Abstraction — Stuart Davis

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Odol, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    4. Stuart Davis tinha cerca de 45 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

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    Para obter uma versão digital de "Abstraction", de Stuart Davis, peça download de imagem digital em alta resolução em sua página Imagem Digital de Alta Resolução.

    Qual é a situação dos direitos autorais de "Abstraction", de Stuart Davis?

    "Abstraction", de Stuart Davis está em ainda protegido por direitos autorais. O período de direitos autorais conta a partir do falecimento do artista, ocorrido em 1964.

    Quem criou "Abstraction"?

    "Abstraction" é atribuída a Stuart Davis.